Carne e carne na tempestade

Ir em baixo

Carne e carne na tempestade

Mensagem por Jonathan Baratheon em Dom Dez 10, 2017 6:17 am

Um leve ruído de galhos quebrando e folhas sendo movidas quebra o silêncio e faz crescer a atenção de Jonathan. Ele retesa o arco enquanto prepara uma seta. O carvalho do arco faz um leve ruído, imperceptível a qualquer um que não esteja próximo, a corda tensiona para a eminência do disparo. Tudo se petrifica. Prestando atenção apenas nos barulhos de possíveis animais, o jovem se vira na direção do ruído característico.
O sol era fraco naquela parte da floresta, mas Jonathan conseguia vem Wham e Kars. O primeiro preparava o pique na mão, o segundo estava em cima de um sabugueiro antigo e alto, estava munido de pedras. Seu manto preto se destacava apenas se olhasse para o alto, por isso não chamava atenção.
Na beirada da clareira um javali observava o ambiente e avançava lentamente. Castanho e roliço, o javali olhou para duas árvores, onde Wham estava escondido atrás e Kars em cima. Sem dsconfiar o javali ficou parado, enquanto Jonathan sinalizava com a cabeça para que Wham se posicionasse lentamente no lado oposto.
O processo não demorou mas foi um pouco ruidoso, o que retesou a atenção de Jonathan. Posicionado, o lorde sinalizou para se prepararem.
Numa sincronia perfeita, Kars jogou três pedras na direção oposta da clareira assustando o animal. Jonathan direcionou e disparou sua flecha na direção de uma das patas dianteiras do bicho, mas acertou seu peito. Antes que o javali cruzasse a clareira, Wham pulou de seu lugar e posicionou a lança para bloquear o avanço. Jonathan lançou outra flecha, que acertou o tendão da pata traseira esquerda do animal, lançando ele ao chão. O animal se debatia e guinchava desesperadamente.
Os três se reuniram em volta do javali. Não estavam muito surpresos ou ofegantes, mas a satisfação estava estampada nos rostos.
- Poderiam ter me chamado- irrompeu Ace de outra direção - queria ter acertado esse grandão aí.
- Haha! Não foi você que disse que desse jeito não iria dar certo?- respondeu Jonathan enquanto recuperava suas flechas- Agora não vem chorar por nem ter visto o bicho.
- Esse deve ter umas 220 libras. Vai dar pra 5 dias talvez.- comentou Wham enquanto amarrava o javali.
Ele ainda se debatia amarrado, enquanto era puxado para fora da clareira. A carroça estava longe, por isso, conversavam despreocupadamente. Wham falava com Ace sobre o torneiras Campina. Kars seguia ao lado de Jonathan quando um jovem irrompeu de um arbusto. Ofegava tanto quanto o javali.
- Senhor, Lorde Swann e Lorde Tarth mandaram cartas que te esperam junto do novo Meister.
- Obrigado. Pode ajudar os dois ali a levar o javali para a carroça?
O serviçal se afastou e, depois de falar com os dois, amarrou uma corda junto com eles.
- Aposto minha espada que Koude está indo na frente. Bem, essa era a intenção. Conheço a peça e posso dizer que ele sabe que esse era meu plano. Bem, isso é melhor que uma discussão. Já Lorde Brian é um pouco enigmático. Ou vai ficar em Tarth ou vai vir conosco.
- Ele deveria se colocar no próprio lu...
- Não precisa. Esse torneio não é nada desse tipo. Eu mesmo pensei em não aparecer lá.
- Mas seria um desrespeito com Vossa Senhoria.
- Não culpo ele. Edward morreu e não fiz nada para impedir.
- Mas milorde, isso não foi proposital.
- Proposital ou não aconteceu. E eu não posso mudar isso.
Continuaram até a carroça em silêncio. Mesmo sendo a mentideira do dia as nuvens já convergiam no céu para que mais uma vez, a tempestade lavasse a terra.

/////////////////////***//////////***//////////***/////////////////////////////
Três velas na mesa iluminavam a carne do javali no prato, ainda suculenta lembrava o que o lorde falara antes. Koude Swann se dirigia a Jardim de Cima e Brian Tarth ficaria confinado por si mesmo. Colocou as cartas de lado, fechou os olhos e levantou sua cabeça, tentando escutar os sons da chuva, que abraçava o exterior gentilmente. O som calmante ecoava nas paredes de madeira do quarto, as pequenas labaredas tremulavam nas pontas das velas e as sombras dos livros dançavam nas paredes. Sua cama estava arrumada a sua esquerda, junto de uma pequena mesa de mogno ao seu lado. Tal mesa suportava uma jarra com vinho de especiarias. Seu cálice vazio jazia ao lado da jarra, que com um brilho leve, seduziu Jonathan aos seus prazeres.
O quarto estava quente, o que acomodou-o mais ainda. Bebericando o cálice em intervalos de tempo, ele considerava participar ou não do torneio vindouro. Sua armadura estava do outro lado do cômodo. Tremulava seu brilho juntamente das velas, que com uma rajada mais forte, se apagaram, deixando ele na escuridão da noite chuvosa.
Preguiçoso e lento por causa do sono ele não se meche para acendê-las. Fica parado um bom tempo até se movimentar em direção ao guarda-roupa. Ele despe a parte superior, ouve passos do lado de fora do quarto. Eles param na frente da porta alguns momentos.
Jonathan para e presta atenção. Olha debaixo da porta, que denuncia a sombra de um par de calçados de couro. Pareciam estar sozinhos, aqueles sapatos. Não se moviam. Jonathan supôs que estavam sondando o quarto, procurando sinal de sua presença.
De repente dois toques muito leves e até quase inaudíveis soam pela porta, assustando o jovem colado nela. Tentando suprimir todo e qualquer ruído, para não alertar...
Repentinamente o par de calçados entra no quarto, sem se deixar revelar pela luz do corredor externo. A escuridão encobria a silhueta que adentrara o quarto. Ela se joga para atrás da escrivaninha enquanto joga Jonathan no chão. Ele avançara para parar o invasor. Sons de algo se desatando impedem o jovem de investir uma segunda vez.
Uma brisa sacode as cortinas e convenientemente abre o céu noturno para o luar, que revela uma jovem acuada atrás do estande da armadura.
O jovem lorde voltou para a porta. Abriu-a. Espiou para fora. Olhou para um lado. Olhou para o outro. Disfarçou. Fechou a porta. Foi para a frente da moça. Ela estava parada, tremendo e escondia o rosto atrás da armadura. Jonathan olhou para os lados sem saber o que fazer.
Passado o momento de choque, a jovem corre em direção de Jonathan e o empurra, derrubando-o na cama. Ela o segurava forte, ele voltou ao estado de choque inicial. O jovem tentou se mover sem imprimir sua força nos frágeis braços que envolviam tão desesperadamente seu dorso. Ele tateia procurando se desprender dos braços dela, ela se agarra mais forte que antes nele.
Jonathan, percebendo ou não a situação, envolve com seus braços o pequeno corpo da jovem. Nesse momento, o aperto fulgaz cessou. Os pequenos braços se retiraram das costas dele, ela se ajoelhou na cama, em cima de Jonathan, e começou a se despir. O jovem olhava admirado as curvas e profundidades dela com mais clareza. Seu corpo era voluptuoso e macio, as pernas eram como veludo, ele as segurou com gana usando as duas mãos.
A jovem se arrepia com o toque suave em suas coxas, as mãos dele correm para trás. Ele agarra as nádegas dela e a puxa para si. Um dos seios foi acolhido pela boca que os esperava, aberta. Ele chupava o mamilo como um recém nascido. Um gemido corta o silêncio que se instalara no cômodo. A jovem se curva para trás. Uma mão que estava segurando uma das bundas, deslizou mais uma vez, para o meio das duas nádegas. Ela começa a ofegar. A mão a acaricia por trás e faz com ela abra a boca e o abrace, apertando fortemente por um momento.
Ela se desvencilha da carícia segurando-o por dentro da calça. Retirando ela e se posicionando em cima dele, ela guia com a mão e desce lentamente enquanto se curva para trás mais uma vez. Começa a voltar para cima, descer de novo enquanto geme. Jonathan vira seu corpo e a coloca em baixo de seu corpo enquanto se vira para baixo. Mais uma vez ele abocanha um dos seios. Os dois se movem continuamente em sincronia. Suas respirações soavam no mesmo ritmo. Ela volta a gemer mais alto, se agita e arrepia. Cada vez mais rápido o lorde se move. Quanto mais rápido, mais ela gemia e se contorcia debaixo dele. Ela chegou no clímax antes, seguido rapidamente por ele, que a embalou nos braços logo após.
Agora cobertos, um olhava para o outro, até que Jonathan não resistiu. Caiu num sono profundo.

450/500st
550/550hp
avatar
Jonathan Baratheon
Senhor das Terras da Tempestade
Senhor das Terras da Tempestade

Mensagens : 14
Data de inscrição : 18/10/2017
Localização : Ponta da Tempestade, Terras da Tempestade

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum